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O Parque do Espinilho e a Ilha Brasileira são dois referênciais da potencialidade ambiental da Tríplice Fronteira. Nos dias 6 e 7 de agosto estiveram, respectivamente, sob o perigo de serem consumidos por incêndios de grandes proporções até agora inexplicados. Segundo Jairo Daniel, pescador militante da ONG Atelier Saladero, periodicamente caçadores do Brasil, Uruguai e Argentina costumam colocar fogo na ilha Brasileira para espantar a caça em direção aos rios. Por várias vezes denunciou o fato às autoridades municipais que não tomaram nenhuma providência. A ONG Atelier Saladero digiriu no dia 26 de maio de 2009 o ofício nº 56 solicitando a limpeza da Ilha ao Ibama. Até agora aguarda o retorno deste órgão. No dia 7 de agosto a Ilha Brasileira teve 40% de sua extenção queimada o que equivale a 90ha. O militante da ONG Atelier Saladero e Correspondente da Folha Barrense, João Carvalho acompanhou a mobilização da Brigada Militar da Barra do Quaraí, da Corporação de Bombeiros e da Marinha Uruguaia no combate ao sinistro.
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